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Porto Velho, 30 de Janeiro de 2013.

Aos Pastores/as e obreiros/as

Rema – Região Missionária da Amazônia

 

Cuidando bem das coisas do Reino

“ Vigiai, pois, porque não sabeis o dia nem a hora em que o Filho do homem há de vir. Porque isto é também como um homem que, partindo para fora da terra, chamou os seus servos, e entregou-lhes os seus bens. E a um deu cinco talentos, e a outro dois, e a outro um, a cada um segundo a sua capacidade, e ausentou-se logo para longe. E, tendo ele partido, o que recebera cinco talentos negociou com eles, e granjeou outros cinco talentos. Da mesma sorte, o que recebera dois, granjeou também outros dois. Mas o que recebera um, foi e cavou na terra e escondeu o dinheiro do seu senhor. E muito tempo depois veio o senhor daqueles servos, e fez contas com eles. Então aproximou-se o que recebera cinco talentos, e trouxe-lhe outros cinco talentos, dizendo: Senhor, entregaste-me cinco talentos; eis aqui outros cinco talentos que granjeei com eles. E o seu senhor lhe disse: Bem está, servo bom e fiel. Sobre o pouco foste fiel, sobre muito te colocarei; entra no gozo do teu senhor. E, chegando também o que tinha recebido dois talentos, disse: Senhor, entregaste-me dois talentos; eis que com eles granjeei outros dois talentos. Disse-lhe o seu senhor: Bem está, bom e fiel servo. Sobre o pouco foste fiel, sobre muito te colocarei; entra no gozo do teu senhor. Mas, chegando também o que recebera um talento, disse: Senhor, eu conhecia-te, que és um homem duro, que ceifas onde não semeaste e ajuntas onde não espalhaste; E, atemorizado, escondi na terra o teu talento; aqui tens o que é teu. Respondendo, porém, o seu senhor, disse-lhe: Mau e negligente servo; sabias que ceifo onde não semeei e ajunto onde não espalhei? Devias então ter dado o meu dinheiro aos banqueiros e, quando eu viesse, receberia o meu com os juros. Tirai-lhe pois o talento, e dai-o ao que tem os dez talentos. Porque a qualquer que tiver será dado, e terá em abundância; mas ao que não tiver até o que tem ser-lhe-á tirado. Lançai, pois, o servo inútil nas trevas exteriores; ali haverá pranto e ranger de dentes.”

Mateus 25:13-30

 

Introdução

John Maxwell disse o seguinte: “Líderes preparados estão sempre a postos para se encontrarem com o futuro”. Eles não reagem e dificilmente são pegos de surpresa. Isso lhes dá muito poder quando chega a hora de entrar em ação.

Nosso chamado é para administrar os “bens” do Reino dos Céus, como ilustra a parábola contada por Jesus no texto de Mateus.

Esse chamado tem um peso muito grande e nos desafia a sempre colocar o Reino em primeiro lugar.

Também é um privilégio ser uma pessoa de confiança do Senhor para cuidar das suas coisas ( a Criação ).

Como obreiros e obreiras ( Bispo, Pastores/as e Missionários/as ) essa responsabilidade é muito maior, pois Ele nos confiou a Sua noiva ( a Igreja ) para que ela seja apresentada santa naquele dia, ou seja, nas bodas do Cordeiro.

Precisamos ter em mente algumas coisas:

  1. 1.                  Os “Bens” são do Reino e não nossos.

Nosso comportamento, muitas vezes, denuncia que tratamos das coisas do Reino como se fossem nosso. Pior do que isso é quando tratamos das “coisas” do Reino relaxadamente, sem um mínimo de excelência, achando que para Deus qualquer coisas está bom.

Se agirmos desse jeito, a cobrança “naquele dia” será forte e o preço que teremos que pagar por isso será LAMENTÁVEL! Ser lançados fora onde há choro e ranger de dentes.

Melhor seria não aceitar o chamado para cuidar das “coisas” do Reino.

  1. 2.                  Ele estabelece em quem confiar e quando confiar.

Não basta querer ser um obreiro/a, é necessário ser escolhido pelo Senhor do Reino. Os critérios de escolha são exclusivos dEle. Não adianta questionar os critérios e nem o porque ele escolheu esse ou aquele. A prova que eu e você fomos escolhidos por Ele, são os resultados que obtemos no serviço que prestamos ao Reino e ao Senhor do Reino.

  1. 3.                  Ele espera que administremos bem, com resultados de 100%.

Este critério de “sucesso” do Senhor do Reino: 100%! lhe foi confiado 5, tem que devolver 10. Recebeu 2, seu alvo é de ganhar mais 2 e devolver 4. Conseguir menos do que isso é negligenciar o trabalho a ser desenvolvido no Reino.

Quem consegue os 100% é chamado de servo fiel!

  1. 4.                  O Senhor vai pedir prestações de conta.

Não tenha dúvida, Ele vai pedir prestação de contas de tudo o que Ele nos confiou.

Aqui na Rema eu tenho certeza de que isto não acontece, mas em outros lugares, eu tenho informações de obreiros/as que “mascaram” informações ( Relatório Financeiros, estatísticas de membros e outras informações ). “Naquele dia”, quando comparecemos perante o Tribunal de Cristo, teremos que prestar contas de tudo. Não irei ter como “mascarar” relatório ou qualquer tipo de informação. Infelizmente, muitos terão que confessar o fracasso e receber a justa punição.

  1. 5.                  O Senhor recompensa os fieis.

“Muito bem, servo bom e fiel; foste fiel no pouco, sobre o muito te colocarei; entre no gozo do teu Senhor” ( Mt. 25:21 ).

O simples fato de sermos escolhidos pelo Senhor já é, por si só, um grande privilégio, mas pela graça e misericórdia do Pai, Ele ainda nos faz a promessa de recompensas no caso de fidelidade: 1. “Sobre o muito te colocarei” 2. “Entre no gozo do Senhor”.

O grande problema de algumas pessoa é que mesmo sendo infiel, tem “direito” as recompensas. Ser fiel não é apenas fazer o que lhe foi pedido, mas ir além, em todas as “coisas” do Reino com excelência. É corresponder as expectativas do Senhor para conosco.

  1. 6.                  Negligenciar é paralisar ou retardar a realização da Obra do Reino.

O servo infiel foi chamado de MAU e NEGLIGENTE. ( Mt. 25:26 ).

Quando falamos em “Coisas do Reino” o que temos em mente é a Grande Comissão: “Ide, portanto, fazei discípulos de todas as Nações” ( Mt. 28:19 ).

Negligenciar o cumprimento dessa Missão é contribuir com a povoação do inferno.

No domingo, dia 27 de Janeiro, fui cedo à padaria para comprar o pão do café da manhã, e, na tv da padaria, estava transmitindo ao vivo o grande incêndio da boate em Santa Maria – RS. Voltando para casa com o pão quentinho, sentindo a dor das vidas ceifadas pela morte prematura, fique pensando na dor dos familiares. Chocado com esse fato e sofrendo não só pela perda de vidas, mas, também, pela dor dos familiares, me veio algo muito forte: É a dor do Pai! O Quanto o Espírito Santo foi entristecido por mais de duas centenas de vidas, numa só madrugada, que acredito eu, na sua maioria, morreu sem Salvação. Naquela madrugada, naquela boate, o inferno ganhou e o céu perdeu.

Isso pode ter acontecido porque em algum momento muitos servos foram negligentes com a aplicação dos talentos recebidos do Senhor.

Nossa negligência é algo que o Senhor não pode fazer nada, a não ser condenar o negligente.

Conclusão:

Entendo que esta é uma palavra muito dura, como primeira palavra episcopal do ano de 2013, mas, se eu fosse negligente com as “coisas” que o Senhor tem me confiado, como qualquer servo, eu seria chamado de “mau e negligente” e isso eu não quero para mim, e nem para vocês.

Não só no final de cada semestre, mas principalmente “Naquele dia”, eu quero ser chamado e proclamado: SERVO BOM E FIEL!

De todo meu coração é o que eu desejo para você em 2013, e ou todos os anos de sua vida e ministério missionário.

Seu irmão e Companheiro na Missão.

 Carlos Alberto Tavares

Bispo e Missionário da REMA




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