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PASTORAL EPISCOPAL – SETEMBRO/2014.

Servos ou Senhores

 

“Vós, servos, obedecei a vossos senhores segundo a carne, com temor e tremor, na sinceridade do vosso coração, como a Cristo, não servindo à vista, como para agradar aos homens, mas como servos de Cristo, fazendo, de coração, a vontade de Deus”; Efésios 6.5 e 6.

 

 “Disse, pois: Certo homem nobre partiu para uma terra remota, a fim de tomar para si um reino e voltar depois 12 - E, chamando dez servos seus, deu-lhes dez minas, e disse-lhes: Negociai até que eu venha 14 - Mas os seus concidadãos odiavam-no, e mandaram após ele embaixadores, dizendo: Não queremos que este reine sobre nós” Lucas 19. 12 a 14

 

Quando o apóstolo Paulo escreveu aos Efésios, como nesse texto citado acima, ele se refere aos servos/as, mas de fato as pessoas alvo dessa referência eram escravos convertidos ao cristianismo e muitos deles, por adesão, em virtude da conversão dos seus senhores.

 

Escravos

As pessoas podiam se tornar escravas por diversos motivos (prisioneiros de guerra, por não conseguir pagar as suas dívidas e outros), mas nunca por vontade própria. Ninguém escolhia ser escravo. Isso seria um absurdo! Ainda hoje, ninguém faz tal escolha de vontade própria. Acredito que as pessoas têm sonhos bem melhores. Mas se tratando de coisas espirituais, a grande maioria escolhe serem escravas. Escravas do pecado! Tem a opção de serem livres, mas não conseguem ou não querem a liberdade que Jesus cristo oferece através da sua maravilhosa graça e sacrifício na cruz do Calvário.

É possível que a essa altura da leitura desta carta pastoral, você possa estar pensando: O Bispo esta escrevendo para pastores/as ou não convertidos?

Estou escrevendo para os pastores/as da Rema, servos/as do Senhor Jesus Cristo por opção e chamado. Não somos prisioneiros de guerra e nem deixamos de pagar as nossas contas. Somos servos (escravos) dEle por opção e chamado. Por isso não temos mais vontade própria, somos escravos. Nosso prazer é fazer a vontade do Senhor!

 

 

 

Somos livres do pecado.

Para que isso seja realidade em nossas vidas, como líderes do povo de Deus, precisamos compreender e viver essa realidade, ou seja: somos libertos do pecado para nos tornarmos escravos do Senhor Jesus Cristo.

Na parábola de Lucas 19, o Senhor (rei) rejeitado é o próprio Jesus Cristo. Por mais absurdo que pareça, o Messias tão desejado pelo povo judeu, quando chega, não é reconhecido e é rejeitado e morto (crucificado como um mal feitor). Eles disseram, gritando: crucifica-o, crucifica-o, ou seja: não queremos que Ele reine sobre nós!

Ainda hoje, milhões de pessoas estão dizendo: NÃO QUEREMOS QUE JESUS CRISTO SEJA NOSSO REI. PREFIRO CONTINUA SENDO ESCRAVO DO PECADO SERVINDO A SATANÁS DO QUE SERVO DE JESUS CRISTO!

No julgamento de Jesus, Herodes tentou de todas as maneiras libertá-lo. Chegou a oferecer aos judeus um castigo no lugar da execução sumária. Herodes declarou: “Não acho nele motivo algum de acusação”. Isso foi uma grande verdade dita por Herodes, pois mais tarde o apóstolo Paulo vai dizer: “Ele (Jesus) não tinha pecado”. II Coríntios 5.21.

Jesus nunca pecou. Não é que Ele não pudesse pecar. Ele não pecou porque venceu todas as tentações. Por isso o servo se tornou o Senhor. Aleluia! Tornou-se o modelo de ser humano santo criado por Deus.

Nós, e ainda não estou falando para não crentes, mas para pastores/as crentes que nunca paramos de pecar. Em Efésios 2.1, Paulo diz: “Estamos mortos em transgressões e pecados”. Paulo estava escrevendo aos crentes da igreja de Éfeso. Porque mesmo depois de Jesus ter pago o alto preço da nossa liberdade, o pecado continua tendo domínio sobre nós? Porque nossa experiência é de perdão de pecados e não libertação do poder do pecado. Jesus pagou o preço do Calvário, não somente para que fossemos perdoados dos nossos pecados, mas também que fossemos livres do poder do pecado. “O pecado não tem mais domínio sobre vós”. Essa é a verdade que temos que viver e pregar ou pregar e viver.

 

Rebelião

Pecado é rebelião contra o senhorio de Jesus. A quebra da autoridade do Senhor dos senhores sobre nossa vida.

Não precisamos receber a punição do pecado (separação de Deus aqui na terra e morte eterna, o que costumamos chamar de inferno). Alguém já pagou pelo nosso pecado. Jesus!

É bom lembrar que Deus não ignorou os nossos pecados. Não pense: esta tudo indo bem, mesmo convivendo com o pecado pessoal. “todo mundo peca mesmo e eu não preciso ser diferente”. Por favor, não se esqueça de uma coisa: Deus não ignora o pecado. Ele não concorda com o pecado. Ele não pune você por cada pecado cometido, se não Ele nos mataria. Mas por sua maravilhosa graça ele puniu o pecado para preservar o pecador e você e eu sabemos como Ele fez isso: João 3. 16 – “Ele amou o mundo de tal maneira que deu o seu Filho unigênito...”.

Termino citando Max Lucado:

“A graça é a melhor ideia de Deus. Ele não nos pede para mudar, Ele cria a mudança”

“Enquanto a cruz foi um presente ao mundo, ela (a cruz) tocará em você, mas você não mudará. Assim como é preciso proclamar: Cristo morreu pelo mundo, é ainda mais doce sussurrar: CRISTO MORREU POR MIM”.

Morreu pelos meus pecados.

Assumiu meu lugar na cruz.

Levou sobre si os meus pecados.

Pela cruz Ele me chamou e me purificou com o seu precioso sangue.

Ele sentiu a minha vergonha e me chamou pelo meu nome (chamado pessoal).

Essa foi à experiência de João Wesley e de tantos outros milhões e milhões de pessoas através dos séculos.

Nós somos servos (escravos) desse serviço (ministério).

 Amém,

 

Carlos Alberto Tavares Alves

Bispo Missionário

 Região Missionária da Amazônia - Rema

 

 

 




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