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PASTORAL EPISCOPAL – OUTUBRO /2014.

 

TEMPO DE CRESCIMENTO E COLHEITA

 

“Eu plantei, Apolo regou; mas o crescimento veio de Deus. De modo que nem o que planta é alguma coisa, nem o que rega, mas Deus, que dá o crescimento.” Ora, o que planta e o que rega são um; e cada um receberá o seu galardão, segundo o seu próprio trabalho. Porque de Deus somos cooperadores; lavoura de Deus, edifício de Deus sois vós”. 1 Coríntios 3. 6 a 9

 

Estamos vivendo um tempo onde há uma mistura de expectativa e alegria aqui na Rema e na Igreja Metodista em todo Brasil.

Aqui na rema, expectativa por tudo que o Senhor tem prometido fazer entre nós e alegria porque Ele já começou a fazer. Em três anos, Ele prometeu que faria coisas grandiosas em nosso meio e isso já esta acontecendo de tal forma que, como Ele disse, ficaríamos de “queixo caído” e também prometeu que nos dará 10 mil novos discípulos/as.

Creio que temos clareza de quem “dá o crescimento é Deus”, mas que nós somos os/as trabalhadores/as que Ele usa como usou Paulo e Apolo e uma multidão de heróis e heroínas na fé.

Peter Wagner em seu livro A igreja Saudável, diz que toda igreja que quer crescer e plantar novas igrejas saudáveis precisa colocar em prática, o que ele chama de quatro axiomas:

 

  1. “O/A Pastor/a deve desejar que a igreja cresça e estar disposto/a a pagar o preço”.

“O/A pastor/a é a principal chave para o crescimento da igreja local”.

  1. “O povo deve querer que a igreja cresça e deve estar disposta a pagar o preço”.

“Embora o/a pastor/a possa ser a pessoa chave para o crescimento, se o povo não estiver motivado, o crescimento será difícil”.  

  1. “A igreja deve colocar que o alvo do evangelismo é fazer discípulos”.

As decisões por Cristo são fundamentais, mas elas são somente o primeiro passo de crescimento. Os seguintes são: Consolidar e capacitar. Isso dá muito trabalho, mas é inegociável!

  1. “A Igreja não deve ter uma doença terminal”.

Um dos principais sintomas de que a igreja tem doença terminal é o fato de não crescer e se reproduzir. Pode levar tempo, mas ela vai “morrer”. Pode até não ser sepultada, mas vai ser um lindo caixão enfeitado de flores. Infelizmente conhecemos muitas assim.

A Igreja Metodista no Brasil, nos anos 60 tinha essa doença. Não havia novas conversões e “os filhos da igreja” iam embora na adolescência. NOSSA MORTE COMO IGREJA ESTAVA DECRETADA!

Hoje nós estamos num processo de tratamento que já dura 50 anos e para gloria de Deus há sinais vitais de que a doença esta sendo curada. Aleluia!

Passo a seguir demonstrar como se esta dando esse processo de cura, e consequente crescimento e expansão:

 

PLANTAÇÃO DE IGREJAS E CRESCIMENTO SAUDÁVEL

 

Como qualquer instituição ou empresas, nós como igreja também precisamos ter VISÃO, MISSÃO e ESTRATÉGIA.

VISÃO:

Nossa visão é estabelecer o Reino de Deus na terra. Mateus 6.10 e 33.

MISSÃO:

Nossa missão é “participar da Ação de Deus no seu propósito de salvar o mundo” João 3.16

ESTRATÉGIA

Nossa estratégia é o discipulado com as suas diversas ferramentas. Mateus 28.19 e 20; Atos 1.8.

O Plano Nacional Missionário afirma que “O discipulado precisa ser compreendido como um modo de ser igreja”.

“Ser discípulo/a de Jesus é uma exigência”.

“O movimento Wesleyano (que é a origem da igreja metodista no mundo) impõe uma prática do discipulado focada na Salvação, na Santificação e no Serviço em nossa caminhada cristã”.

“Nessa direção, três movimentos estão sendo conduzidos no discipulado metodista”:

 a) Estilo de vida em que Cristo é o modelo – Caminho – Verdade e vida;

b) Método de pastoreio no qual o/a pastor/a dedicam maior atenção e promovem desta forma, relacionamentos mais fraternos e pastoreio mútuo;

c) Estratégia para o cumprimento da missão visando a Evangelização e o Crescimento. Nos termos do ensino de Jesus, enviar os seus discípulos (Mateus 10), o discipulado é integrado à missão da igreja, mantendo-se sempre a perspectiva da Salvação, Santificação e Serviço.

“A igreja, em função do seu chamado divino, sempre é missionária, o fundamento da missão é a obra reconciliadora de Jesus”.

A evangelização do mundo é “prioridade absoluta” e a presença da Igreja no mundo só se justifica por causa da missão: “Ir e fazer discípulos/as de todas as nações”. Mateus 28. 19.

Ações:

a)      Unir e consolidar os trabalhos missionários existentes, bem como abrir novas frentes missionárias em nível local, distrital (campos missionários), regional, nacional e internacional.

b)      Mapear todos os municípios do território nacional sem a presença da Igreja Metodista e organizar um projeto corajoso que possa implantar a curto, a médio e longo prazo o desafio de, ao menos, uma Igreja Metodista em cidades estratégicas para a expansão missionária. E que as parcerias missionárias contemplem um cronograma para plantação de igrejas nessas cidades.

c)      Convocar cada membro e cada igreja local a vivenciar um estilo de vida exemplar, em termos de paixão missionária.

“A Igreja Metodista sempre optou por uma eclesiologia focada no Sacerdócio Universal de todos os crentes e, por isso, reafirma a importância de uma igreja configurada nos Dons, Ministérios e Frutos, entendendo que todas as pessoas são chamadas, vocacionadas e enviadas para a Missão”.

“Todos os membros da igreja, pelo fato de pertencerem ao povo de Deus por meio do batismo, são ministros do evangelho, são chamados por Deus, preparados pela Igreja para, sob a ação do Espírito Santo, cumprir a missão, em Testemunho, Serviço e Evangelização”.

 

 

Precisamos:

  1. “Fortalecer a identidade dos metodistas e seus valores em termos de vida e missão na vida de cada membro”.
  2. “Imprimir, em cada metodista, um zelo evangelizador no exercício do discipulado Cristão”.
  3. “Imprimir a prática do discipulado na vida de cada membro da igreja em consonância com as orientações da Igreja Metodista”.
  4. “Relocar a fundamental importância de capacitação da liderança local, a fim de que possam exercer com ousadia os atos de piedade e misericórdia”.
  5. “Incentivar a participação dos membros em encontros de fortalecimento da vida cristã e renovação espiritual, à luz do Conselho do Apóstolo Paulo em Romanos 12-1 e 2”.

 

 

Carlos Alberto Tavares Alves

Bispo Missionário

 Região Missionária da Amazônia - Rema

 

 

 




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