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PASTORAL EPISCOPAL DEZ/2015 – JAN/2016

 

 

TRAZENDO Á MEMORIA O QUE ME DÁ ESPERANÇA

 

 

“Quero trazer à memória o que me dar esperança” (Lamentações 3.21)

 

         Esse tema é muito propicio para esta época do ano. O mês de dezembro inevitavelmente nos leva a olhar para trás. É como ouvir as pessoas dizerem: Já estamos em dezembro! O ano passou tão rápido! Isso significa que realmente olhamos para trás. Janeiro é diferente, pois temos um novo ano pela frente, serão 366 dias, novos desafios, novas oportunidades, sonhos a serem realizados e desafios que certamente virão no decorrer do ano.

         No culto de encerramento do Concílio Regional, entreguei uma palavra do senhor, onde afirmei sobre a necessidade da nossa caminhada cristã, fincar estacas sinalizadoras de nossa experiência com Deus. Além de minha experiência pessoal, citei o apostolo Paulo, que depois de seu encontro com Jesus, toda a sua vida e ministério foram marcados com essas estacas sinalizadoras como, por exemplo, a sua própria conversão que se tornou o seu testemunho pessoal, seu chamado para ser o apóstolo aos gentios, o livramento da morte quando foi salvo do naufrágio, foi picado pela serpente quando colocou lenha na fogueira para que todos os náufragos se aquecessem do frio, quando todos pensavam que ele ia morrer, milagrosamente nada lhe aconteceu.

        Eu e você precisamos viver a vida Cristã, tendo estacas sinalizadoras no nosso caminho, para que quando olharmos para trás, constatarmos que deixamos marcas no caminho por onde passamos. É isso que o profeta Neemias esta dizendo no texto acima: “trago a memória o que pode me dar esperança!”. Se você ler o capitulo três de Lamentações, vai perceber o desespero que este homem estava vivendo, mas no último versículo deste capitulo ele diz: “ Vou olhar para trás e ver o que Deus fez de sobrenatural na minha vida! Isso vai me dar esperança!”

          Certamente ele lembrou o seu chamado “A mim me veio, pois, a palavra do Senhor, dizendo: Antes que eu te formasse no ventre materno, eu te conheci, e, antes que saísse da madre, te consagrei, e te constituí profeta às nações. Então lhe disse eu: ah! Senhor Deus! Eis que não sei falar, porque não passo de uma criança. Mas o Senhor me disse: Não digas: Não passo de uma criança; porque a todos a quem eu te enviar irás; e tudo quanto eu te mandar falarás. Não temas diante deles, porque eu sou contigo para te livrar; diz o Senhor. Depois, estendeu o Senhor à mão, tocou-me na boca e o Senhor me disse: Eis que ponho na tua boca as minhas palavras. Olha que hoje te constituo sobre as nações e sobre os reinos, para arrancares e derribares, para destruíres e arruinares e também para edificares e para plantares”. (Jeremias 1. 4 a 10).

          Acredito que ele de vez em quando tocava os seus lábios e lembrou-se daquele dia que o próprio Senhor tocou em sua boca (versículo 9) depois de ouvir o chamado de Deus para o seu ministério: “Olha que hoje te constituo sobre às nações e sobre os reinos ...” ( versículo 10). Jeremias em todo o seu ministério profético, lutou contra o pecado de Israel e o disciplina de Deus.

          Pode ser que o nosso ministério não tenha a dimensão do ministério de Jeremias ou de Paulo, mas como eles, precisamos das marcas sinalizadoras do Espírito Santo em nossas vidas. Olhar para trás e enxergar essas marcas sinalizadoras vai nos ajudar a continuar a nossa caminhada Ministerial, onde receberemos novas marcas sinalizadoras da presença de Deus em nossa vida.

          2016 será mais um divisor de águas na história da Região Missionária da Amazônia com a grande possibilidade da primeira multiplicação. Lembre-se que o nosso planejamento estratégico prevê mais uma multiplicação para 2021 e a consolidação em 2026, quando a Região Norte do Brasil terá três Regiões Eclesiásticas da Igreja Metodista, com igrejas em todas as cidades com mais de 100 mil habitantes e o trabalho Missionário Consolidado.

          Agradeço a Deus e a vocês, como corpo pastoral da Rema, o carinho, respeito e cooperação, demonstrando assim, grande visão missionária. Peço perdão pelas vezes que usei a vara com força desproporcional à necessidade do momento, mas isso só demonstrou que como Pastor de vocês, sou exatamente igual a vocês, homem sujeito a falhas que qualquer líder pode cometer.

          Mas também sei que no futuro irão lembrar  de mim como alguém que sempre procurou ser fiel ao chamado de Deus, e que ama todos e todas sem distinção, seja Missionários/as Designados/as, Pastores/as ou Presbíteros/as.

          Na Graça e na Paz do Senhor, desafio a todos/as, neste novo ano que temos pela frente “prosseguir para o alvo de soberana vocação em Cristo Jesus, nosso Senhor e Salvador”.

 

 

 

Seu companheiro e pastor na obra missionária,

 

Carlos Alberto Tavares Alves

Bispo Missionário – Região Missionária da Amazônia.

 

 

     




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