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    PASTORAL EPISCOPAL MAIO 2016.

 

A MISSÃO É O DISCIPULADO

 

A ordem é: Fazer discípulos! "Ide, portanto, fazei discípulos de todas as nações”. 

Mateus 28.19

     O Ide (Indo) de Jesus nos dá uma ideia de ação continua, ou seja, depois de começado não podeparar mais. É uma ação a ser praticada sempre. É por isso que definimos o discipulado como nosso estilo de vida, nossa maneira de ser Cristão Metodista.

    Para sermos discípulos/as de Jesus e fazer discípulos/as para Jesus, precisamos de capacitação. A palavra discípular dá essa ideia: capacitar, treinar, tornar habilitado para cumprir a Missão. Por isso afirmo: A MISSÃO É O DISCIPULADO!

 

Aprendendo Com o Mestre Dos Mestres.

      No Novo Testamento, além de Jesus, também temos como referência de mestre o Apóstolo Paulo. Em 1º Tessalonicenses 1. 6 e 7, o Apóstolo Paulo diz assim: “Com efeito, vos tornastes imitadores nossos e do Senhor, tendo recebido a palavra, posto que em meio de muita tribulação, com alegria do Espírito Santo, de sorte que vos tornastes o modelo para todos os crentes da Macedônia e na Acaia”.

     Tornar-se imitadores de Paulo e do Senhor Jesus, para nos tornarmos também modelo para aqueles e aquelas que estamos discipulando, é um dos princípios básicos do discipulado como Paulo orienta a Timóteo: “E o que de minha parte ouvistes através de muitas testemunhas, isso mesmo transmite a homens fiéis e também idôneos para instruir a outros” (II Timóteo 2.2).

      A ordem é ir, mas o chamado é vir – Vinde a mim, todos os que estais cansados e sobrecarregados, e eu vós aliviarei, tomai sobre vós o meu jugo e aprendei de mim, porque sou manso e humilde de coração; e achareis descanso para vossa alma. Porque o meu jugo é suave, e o meu fardo é leve. (Mateus 11. 28 a 30).

"Aprendei de mim" é o convite de Jesus, porque a "escola", o "centro de treinamento" dEle é um lugar agradável e o Mestre é manso e humilde.

      Lembro-me do tempo que servi o Exército Brasileiro. Tinha 18 anos, recebi o treinamento militar exigido pela Lei. Uma experiência muito ruim. Os militares de patente superior não tinham respeito pelos soldados (discípulos). Insultavam-nos com palavrões, "chute na canela", a comida era pouca e de péssima qualidade. Eu servi 10 meses e vinte e oito dias e saí na primeira baixa e nunca mais voltei no quartel, nem para carimbar o meu certificado de reservista. Não é essa a experiência que temos com o discipulado de Jesus. Depois de conhecê-lo e aprender com Ele, nunca mais queremos deixa-lo, porque Ele é o que diz que é: MANSO E HUMILDE DE CORAÇÃO.

      Jesus é o nosso referencial e o discipulado dele enfatiza o ser referência através da prática dos seus ensinamentos e exemplos que Ele nos deixou.

      Em João 13. 12 a 16: “Depois de lhes ter lavado os pés, tomou as vertes e, voltando à mesa, perguntou-lhes: Compreendeis o que vos fiz? Vós me chamais o Mestre e o Senhor e dizeis bem; porque eu o sou. Ora, se eu, sendo o Senhor e o Mestre, vos lavei os pés, também vós deveis lavar os pés uns dos outros. Por que eu vos dei o exemplo, para que como eu vos fiz, façais vós também. Em verdade, em verdade vos digo que o servo não é maior que seu senhor, nem o enviado, maior do que aquele que enviou”. Ele ensina um dos principais princípios do discipulado: Eu faço e você me vê fazendo, depois fazemos juntos, e aí então você faz e eu vejo você fazendo e aplico as correções se necessárias.

"Porque eu vos dei o exemplo, para que, como eu fiz, façais vós também" (Versículo 15).

      Ser discípulo de Jesus não é meramente ter feito às praticas da religião Cristã. É necessário a experiência de conversão, a partir de um encontro pessoal com Jesus Cristo.

      Há um dito popular que "filho de peixe, peixinho é”. “Filho de cristão não é um cristãozinho". Como diz João Carlos Ortiz no livro O Discípulo: "Deus não tem netos/as, só filhos e filhas". A experiência de salvação é pessoal e intransferível.

      Precisamos ser referência para os nossos filhos. Não basta apenas "cria-los" na igreja. Isso é necessário, mas não é suficiente. Eles precisam ser formados verdadeiros discípulos de Jesus Cristo. 

      Aceitar ou não o "vinde a mim" de Jesus é uma decisão pessoal e definitiva, que vai influenciar não só a nossa vida pessoal, mas toda a nossa descendência.

      O "Vinde a mim" de Jesus não é somente um convite para aceitar uma religião, embora temos a necessidade de ter uma religião, mas é um convite para aceitar um relacionamento de amizade para toda a eternidade com o Bom Amigo Jesus Cristo.

      Estamos no mês de maio, especialmente nesse tempo que celebramos o dia do Coração Aquecido (24 de maio). Somos desafiados/as a viver a plenitude da vida cristã através de um discipulado de profundo relacionamento com o nosso Mestre, com os/as discípulos/as que o Senhor nos confiou, que são homens e mulheres "fieis e idôneos" que também vão instruir a outros/as.

 

 Tenham uma grande colheita neste mês de maio.

 

Seu companheiro e pastor na obra missionária,

 

Carlos Alberto Tavares Alves

Bispo Missionário 

Região Missionária da Amazônia - REMA.

 

 

     




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